domingo, 14 de novembro de 2010
Chuva de Carne
Na Sexta-feira da Paixão, ocorreu algo inconcebível: choveu carne, literalmente. Charles H. Clarke, proprietário de terras naquela época, e alguns criados do seu amigo, o médico G. W. Basset - autor da carta, endereçada a um colega, por qual viria se tornar público este relato -, presenciaram, às 16h, quando uma pequena nuvem fez chover "vários pedaços de carne e de fígado", conforme a carta de Basset.
Todos os pedaços cairam apenas numa área menor que 4 ha, e eram tão bem formados, que não havia como não conseguir identificá-los. Segundo Clarke - "cavalheiro de inteligência e afirmada credibilidade", de acordo com o médico - , a nuvem deslocava-se do nordeste para o sudoeste. E os pedaços colhidos nos pontos mais distantes, acompanhando uma linha nordeste / sudoeste, estavam distantes 25 passos de outro.
Depois de alguns dias, Basset foi à fazenda Farmington, onde ocorreu o fenômeno, para averiguar aquilo que o amigo lhe contara. Chegando lá, colheu por volta de 180g dos pedaços, sendo que somente um deles pesava por volta de 30 gramas. Acompanhado de uma outra testemunha, um tal de "sr. Brown" (a carta não precisa quem era essa pessoa), Basset contando com a ajuda dos seus criados, recolheu de 15 a 20 peças, para uma análise posterior.
Não é sabido o que ocorreu com as amostras, pois na carta, Basset diz que enviaria uma parte a um colega seu, a quem chama de dr. Gibson (a carta não também não informa quem era essa pessoa), e que deixara uma parte da carne e do fígado conservados em álcool "para futura inspeção dos curiosos
Há vários casos semelhantes a este no mundo todo - inclusive um no Brasil, em 30 de agosto de 1968 na cidade de São Paulo - ocorridos no século XIX, excetuando-se, claro, o brasileiro. Eles foram publicados em dezenas de jornais e revistas científicas daquela época, e em muitos casos, como este, as testemunhas eram pessoas dotadas de boa cultura.
Momo - O Monstro de Missouri
Naquele ano, 1972, três crianças brincavam quando viram um animal em pé, ao lado de uma árvore. De acordo com as crianças, a criatura possuia de 1,80 a 2,10 metros de altura e possuía uma densa pelagem negra; carregava debaixo do braço um cachorro morto.
Edgar Harrison, pai das três crianças, viu, três dias depois, uma bola de fogo pousar atrás de um colégio, localizado do outro lado de sua rua. Cinco minutos depois, viu outra bola de fogo cruzar o céu, escutando em seguida um grunhido forte, provindo da colina Marzolf - situada na redondeza da escola -, que parecia descer sobre os observadores, embora nada estivesse visível.
Algumas horas depois, Harrison e alguns amigos decidiram verificar do que se tratava, deslocando-se à escola. Ao passarem por um prédio antigo, sentiram um mau-cheiro, embora nada encontrassem.
Por mais duas semanas, várias pessoas disseram ter visto o Momo. Algumas delas ouviram vozes fantasmagóricas. Uma das vozes dizia "afastem-se da floresta" e outra pedia uma xícara de café.
A criatura recebeu o nome Momo, por conta da abreviação americana de Missouri - Estado onde houve as aparições -; "MO", e as duas letras iniciais de "monster" - monstro, em português .
A Hora da Morte
Quando o doente terminal morreu, às 6:24, ele telefonou para a família e para o médico, e em seguida preparou algo para que os visitantes pudessem comer. Além disso, era necessário ficar observando o relógio, porque a agência funerária chegaria às 9:30. Durante o café, um dos visitantes peguntou as horas, a cunhada do depoente consultou um relógio de bolso que lhe foi dado pelo seu irmão falecido; ao ver as horas, ela teve uma terrível surpresa: o relógio marcava exatamente a hora e os minutos em que seu irmão morrera.
Para ter certeza de que aquilo não era uma estranha conhecidência, ela pediu ao seu outro irmão que desse corda, para saber se ele parara por falta desta. O relógio ainda tinha três quartos de corda.
Aviso Pós-Morte "Muito Sinistro "!!!
Em 1970, o jornalista Moacyr Jorge foi a Belo Horizonte fazer uma reportagem sobre o médium Zé Arigó. Lá lhe foi relatado pelo delegado de polícia José Marques Pereira o seguinte caso.
- Eu viajava na rodovia Belo Horizonte/Sete Lagoas - relata o delegado - quando uma mulher aflita acenou com as duas mãos para que eu parasse o carro.
Ao pará-lo, a mulher lhe disse que seu carro caíra no abismo, e que sua filha estava lá, viva.
- Descemos a ribanceira - continua ele -. Quando chegamos lá em baixo, encontramos a garota ainda com vida.
O surpreendente foi que ao lado da garota, estava o cadáver de uma mulher morta; a mesma que pediu socorro para salvar a filha.
Dias Flamejantes de Inverno
No primeiro acontecimento, o vestido da senhora Williamson, misteriosamente, ardeu em chamas. Pouco depois, foi a vez da calça senhor Williamson, que foi tomada pelo fogo, quando pendurada a um cabide, dentro do armário. Os próximos objetos a serem alvos do fogo foram uma cama e as cortinas da casa; outros objetos foram ainda impregnados pelas labaredas.
As chamas que queimavam os objetos eram azuladas, nunca produziam nenhum cheiro de fumaça, e nada ao redor dos objetos atingidos era afetado pelo fogo.
Naqueles dias frios, típicos do inverno norte-americano, nem a polícia, utilizando-se de oficiais de companhias públicas, nem especialistas em incêndios criminosos conseguiram dar explicação alguma sobre o caso.
O Fantasma Delator
Jason Graeme era um moleiro do condado de Durham, Inglaterra, em 1681, época em que recebia a visita do fantasma pedindo vingança. A mulher dizia se chamar Anne Walker, e lhe contou que fora assassinada por Mark Sharp, contratado por um parente do rapaz que a engravidara, para matá-la. Na primeira aparição, o fantasma pediu-lhe que fosse às autoridades e lhes revelasse a identidade do assassino. Supondo que aquilo fosse fruto da sua imaginação, ou um sonho, ele decidiu não mais pensar naquilo, recusando, assim, o pedido feito por ela.
Por duas vezes mais, Anne Walker apareceu a Graeme, lhe pedindo que fosse ao magistrado local e o contasse sobre sua morte. Desta vez, disse-lhe onde seu cadáver havia sido enterrado. Agora, convencido que aquilo era um fenômeno real, Graeme atendeu ao pedido dela.
Foi realizada, então, uma busca no local indicado pelo espírito da falecida - um poço -, e lá foi encontrado um corpo contendo os mesmos ferimentos que Graeme via nas aparições do fantasma.
Como resultado da descoberta, Mark Sharp e o parente que ordenara o crime, foram presos, julgados e enforcados. Mesmo sabendo de tantos detalhes, Jason Graeme não foi apontado como autor ou participante do crime, porque segundo às investigações, nunca tivera contato com os envolvidos no caso, não podendo saber, por exemplo, que Anne Walker estava grávida.
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
O "Espírito de Final de Ano "

Olha à mais ou menos uns cinco dias atrás eu estava olhando na janela do quarto e vi em um prédio próximo ao que eu estava , um fantasma que clareava o ambiente superior daquele edifício abandonado e cheguei a conclusão que havia ouvido falar de “ Espírito de Final de Ano” e vi sua fisionomia era semelhante a uma criança de mais ou menos 6 anos de idade e comecei a pesquisar e investigar mortes de crianças de muitos anos atrás que teriam morrido nesta época do ano r cheguei a uma conclusão pouco sobrenatural ; ele [a] , falo assim por que não descobri se era menino ou menina . mas enfim este pequeno fantasma anda assombrando o prédio do qual me referi a pouco ... Ele prega peças nas pessoas e ela nem percebem , mas isso pode ser perigoso por isso estou me preparando para caçá-lo o mais breve possível , mas inda preciso descobrir como .
Isso é realmente sobrenatural e muito sinistro , mas quando eu conseguir caçá-lo eu postarei meu comentário falando que o cacei e como consegui , o que fiz para derrotá-lo e o afastar do local pra sempre sem que ele volte a atrapalhar a vida das pessoas daqui ...
Bjos Dean
PASSAGEIRA FANTASMA
Ele parou e ela pegou o táxi. Eles deram uma volta na cidade e ele a trouxe de volta para o cemitério. Na hora de pagar, ela mandou que ele fosse receber na casa dos seus pais. Deu-lhe o endereço completo.
No dia seguinte, ele foi cobrar o dinheiro.encontrou a casa, bateu, um senhor veio recebê-lo. Ele disse que viera cobrar o dinheiro pela corrida de táxi que sua filha havia feito.
O senhor ficou todo desconfiado e disse que sua filha não tinha saído à noite.
O susto maior do pai foi quando o taxista deu o nome da moça e disse como ela era e como estava vestida.
O pai disse que não era possível, que a sua filha tinha morrido já a alguns anos.
-Será que errei de casa, diz o motorista.
Então o motorista começou a ver algumas fotos que estavam na parede e disse:
- É aquela moça.
O motorista saiu perplexo, quase louco, sem saber o que tinha acontecido na noite anterior.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
A Lenda de Teresa Fidalgo ... Muito Sobrenatural!!
A Verdadeira História de Katrin Malen

Indonésia 1948 Após uma intensa reforma, o hospital infantil de Santem, iria ser reaberto. Passou por um forte incêndio no ano anterior, cujas causas até hoje são desconhecidas. Kur Hants um conceituado fotógrafo alemão, entrou sozinho no prédio para registrar as mudanças do local e fazer uma matéria sobre a renovação do prédio após a tragédia. Caminhou por vários andares, mas ao chegar ao último sentiu algo estranho, estava frio e sentia como se algo o observasse, mesmo com maus pressentimentos continuou seu trabalho. Ao focar sua câmera para uma das portas que davam acesso à ala psiquiátrica, notou uma mancha na lente da câmera, ao limpá-la percebeu que não havia nada ali. Ele movimentava seu equipamento, e a sombra parecia imóvel. Kur nunca havia passado por isso, pensou se tratar de alguma brincadeira continuou a fotografar. Quando estranhos barulhos, que se assemelhavam de uma menina se debatendo contra a porta, começaram a ficar intensos, Kur correu pensando ser alguém em apuros. Kur abriu a porta, algo violentamente atravessou seu peito, perfurando seu coração. A câmera caiu e por muita sorte não se danificou.
Cidade de Santem 1946 Enila, Ceron e Katrin formavam uma família feliz, moravam em um humilde sítio, que com o avanço da cidade estava ficando cada vez menor e a situação financeira deles ficava cada vez pior. Katrin gostava muito de seus pais, era uma menina encantadora de apenas 11 anos. Brincava sempre sozinha com os poucos animais da fazenda. Enila era uma mulher muito justa e batalhadora, sempre conseguiu manter o equilíbrio na casa, mesmo passando por tantas dificuldades. Depois de alguns meses a situação começou a se complicar, era época de seca, as plantações estavam morrendo e a única solução encontrada por Ceron foi vender um de seus cavalos. Era uma tarde nublada Ceron amarrou o animal numa carroça, consigo levou algumas armas e pólvora para tentar vender no mercado da cidade. Katrin pede para que ele traga uma boneca que ela tanta desejava, pois seu aniversário estava muito próximo. Muito triste e com pena de sua filha ele diz que irá tentar realizar o sonho da menina. Várias horas se passaram, começou a trovejar, Ceron retornava para sua casa. Conseguiu vender apenas o cavalo, não achou comprador para o restante do material que levava. Katrin avista seu pai, vindo pela estrada, muito contente e aguardando ansiosa por seu presente, corre e avisa sua mãe. As duas aguardam na porta da residência, quando um forte raio cai pelas redondezas, o som do trovão foi tão forte que fez com que o cavalo se assustasse. Ceron perdeu controle das rédias, em pânico o animal tenta fugir, mas continuava preso à carroça. Katrin e sua mãe tentaram correr para ajudar, mas a carroça vira, uma pequena faísca é produzida, acidentalmente a pólvora se espalha, causando assim uma enorme explosão. Ceron gritava muito, seus pedidos de ajuda podiam ser ouvidos à distância. Mãe e filha nada puderam fazer a não ser assistir a morte dele. Alguns objetos que estavam na carroça foram arremessados com a explosão, dentre eles estava a boneca que Katrin tanto desejava. Intacta, a menina encontra e abraçada ao seu novo brinquedo fica paralisada e parecia não acreditar que havia perdido seu tão amado pai. As chamas arderam por mais de uma hora e se alastraram pelo capim seco, muitas pessoas tentaram ajudar. Nada se salvou a não ser a casa onde elas moravam. Depois de algum tempo, Enila recebeu uma proposta de venda daquele local onde queriam construir um grande hospital. Sem pensar muito aceitou. Compraram uma casa no centro de Santem e com o restante do dinheiro poderiam viver sossegadas, já que aquele local era muito valioso. Após a morte de seu pai Katrin passou a ser uma menina triste e ainda mais solitária, pois pouco falava e nunca mais se separou do ultimo presente que recebeu dele. Apenas um cachorro foi levado para a casa nova. A mudança foi difícil para as duas, Katrin sofreu aos prantos entrou em sua nova moradia. Desde então seus trajes passaram a ser pretos, se fechou para o mundo. Renegou toda a ajuda que lhe foi oferecida. Enila preocupava-se e seu único consolo era pensar que tudo aquilo não passava de uma difícil fase. Um ano depois... Katrin, nunca saia de casa, isto fez com que sua pele ficasse extremamente clara e pálida. Todas as noites, Enila escutava Katrin conversar com alguém e ao espiar constatava que ela tinha a boneca como melhor amiga. Numa noite, algo de estranho aconteceu, Katrin chorava muito e chamava por seu pai. Pensando em se tratar apenas de mais um sonho, Enila corre para ver o que estava acontecendo. Assustou-se ao encontrar a boneca suja de sangue, Katrin continuava a gritar, sua mãe a acalma e depois a questiona sobre a boneca, sem obter nenhuma resposta recolhe o brinquedo de sua filha e vai para fora tentar limpar. Quando abriu a porta dos fundos, encontrou o cachorro morto, seu peito perfurado e com um vazio no local do coração. Enila ficou apavorada com a cena, num primeiro momento pensou ter sido obra de algum assaltante ou pessoa mal intencionada. Katrin acalma-se e vai dormir. Devido ao susto, Enila nem se importa com a boneca suja, limpa e devolve para sua filha. A notícia se espalhou e todos pensavam ser algum maníaco rondando a vizinhança. Desde este dia a vida das duas tornou-se atormentadora, noite após noite, acontecimentos estranhos começaram a ocorrer na humilde casa. Armários abriam misteriosamente, objetos desapareciam e sons estranhos deixavam o ambiente aterrorizante. Enila não sabia mais o que fazer, sua única saída foi pedir para que sua irmã e sobrinha viessem ficar por um tempo na casa delas, pois com mais pessoas elas ficariam seguras. Por dois meses a situação ficou calma. O ano já era início do ano de 1947, o novo hospital da cidade iria inaugurar, muita expectativa rondava aquele povo, pois grande tecnologia foi utilizada naquele local. Katrin continuava sendo a mesma menina calada e séria de sempre, nunca havia falado mais do que duas palavras com sua prima Malina, que tinha a mesma idade. Malina sempre quis brincar com a boneca de Katrin, mas sempre foi rejeitada por ela. Num domingo, todas vão dormir logo cedo. No meio da noite Enila sente um cheiro de fumaça, se levanta e depara-se com sua cozinha em chamas. Todos os vizinhos acordam e correm para ajudá-la. Próximo à porta de saída encontram a boneca de Katrin, levemente queimada, mas sem grandes estragos. Enila estranha e decide jogar o brinquedo fora. Após passar o susto, todos voltam a dormir. No dia seguinte, Enila encontra Katrin dormindo com a boneca que ela tinha jogado fora. Enila cala-se e começa a desconfiar de sua filha, pois ela era perturbada e misteriosa. Em um dia que Katrin estava em outro cômodo da casa, Malina pega a boneca de sua prima e começa a brincar. Katrin retorna e encontra sua prima com a boneca. Revoltada, pela primeira diz uma única frase. "- Você irá se arrepender por isso!" Malina solta o brinquedo e vai de encontro à sua mãe. Naquela noite daquele mesmo dia, novos acontecimentos estranhos tiveram início desta vez quem gritava muito era Malina que dormia no mesmo quarto que Katrin. Enila e sua irmã correm para ver o que estava acontecendo. O choque foi grande ao ver Malina morta e também com um buraco em seu peito. O olhar de Katrin era intenso, ficou parada em pé com a boneca em sua mão direita olhando para o corpo da menina. Suas mãos estavam sujas de sangue assim como a boneca. Enila não conseguia acreditar que sua filha havia matado sua própria prima. Espanca a menina, que não teve nenhuma reação. Katrin permaneceu dois meses acorrentada na cama, até que o novo hospital fosse aberto ao público. A mãe de Malina foi embora e nunca mais deu qualquer notícia. Enila chorava muito, mas internar Katrin era a única solução. A boneca foi mais uma vez retirada das mãos da menina. Já internada no hospital, Katrin recusava-se a usar as roupas dos internos e continuava com seus trajes pretos. Mais um mês se passou. Katrin estava piorando a cada dia, queria de qualquer forma sua boneca de volta. Os médicos acharam melhor que ela tivesse seu desejo realizado. Enila assim o fez, no dia da visita quis entregar pessoalmente e ficar a sós com ela. Depois de uma hora, os médicos acharam estranho o silêncio e a demora e abriram a porta da sala: Katrin havia matado sua própria mãe e com as próprias unhas arrancou seu coração e comia como se fosse um saboroso doce. Os médicos ficaram abismados com o que viram. Katrin foi novamente amarrada e sedada. A notícia se espalhou, todos na cidade temiam a menina e principalmente sua boneca, pois muitos acreditavam ser um objeto amaldiçoado. Mais dois meses se passou, a aparência de Katrin era horrível, com muitas olheiras, cabelos negros e compridos. Os médicos e enfermeiras a temiam, eram poucos os que chegavam perto dela. Toda a equipe achou por bem retirar novamente a boneca de suas mãos. Neste dia a situação se complicou. Katrin dava gritos, e negava-se a entregar seu brinquedo. Mesmo lutando, a boneca foi levada para o incinerador. No exato momento em que foi jogada no fogo, o prédio do hospital também começa a arder em chamas. Em segundos o fogo se alastrou, a ala das crianças foi atingida, ninguém conseguiu fazer nada. Centenas de pessoas morreram naquele dia. Katrin também foi carbonizada, poucos se salvaram. Mesmo com a grande tragédia, muitos se alegraram ao saber que Katrin havia morrido, pois assim davam por encerrada as ações macabras daquela menina.
Um amigo de Kur, estranha a demora de seu amigo, ao procurar por todos os andares do hospital, encontra sua câmera caída e logo em seguida seu corpo, com uma grande perfuração no peito. As fotos de Kur são reveladas, mas o temor foi enorme ao constatarem a presença de uma menina vestida de preto na foto. Muitos estudiosos se interessaram pelo assunto e acabaram loucos e internados em clínicas e hospitais onde juram ver a mesma menina da foto. Os moradores de Santem, afirmam que o espírito de Katrin ainda vive. A ala onde ela foi internada acabou sendo desativada. A lenda de Katrin espalhou-se pelo mundo, sua foto foi julgada como montagem e a verdadeira história desapareceu com o passar dos anos. O único mistério não revelado e nunca descoberto, foi o poder que sua boneca exercia, mas ela nunca passou de um simples brinquedo. Katrin era má e a morte de seu pai fez com que nela brotasse poderes psíquicos que eram capazes de alterar o curso natural da vida. Seu espírito permanece imortalizado em sua única foto, Katrin ainda vive na mente das pessoas que a observam por muito tempo.
Segue ao lado as fotos tirada por Kur.
Experiências Post Mortem... bem Sobrenatural!
Experiências Post Mortem
Esta história aconteceu em Macaé-RJ, onde eu morava com minha esposa, na ocasião grávida de oito meses e meu filho, então com quatro anos. Voltamos de uma festa por volta de 01h20min da madrugada, minha mulher dormia no banco de traz quando um outro veículo colidiu violentamente com o qual eu dirigia, arremessando-o a uns 10 metros matando minha esposa na hora e ferindo o meu filho que foi arremessado do carro e quebrou o fêmur e como conseqüência ficou internado num hospital por vários dias e eu fiquei como acompanhante dele. Depois de uns 10 dias ainda no hospital, eu tive um sonho; sonhei que três homens estavam me levando para me encontrar com uma pessoa que ao mesmo tempo sabia e não sabia quem era. Ao chagar no local onde ocorreria este encontro eu reconheci o lugar em que ocorreu o acidente, embora parecesse diferente como se fossem alguns anos pra frente. Parecia que havia um tipo de teatro ou cinema e havia uma fila de gente aguardando para entrar. Neste momento eu vi uma mulher com um vestido branco, longo e simples chegando, acompanhada de dois homens também vestidos de branco e embora fosse diferente eu reconheci nela a minha falecida mulher e fiquei um pouco confuso. Ela chegou perto de mim, sorriu e disse “oi”, eu respondi e disse que ela estava muito bonita. Ela respondeu que tinha um médico muito bom que estava cuidando dela. Neste momento, eu vi que ela havia quebrado três dentes o lado esquerdo e comentei: puxa os seus dentes quebraram. Ela me respondeu que não tinha problema, pois o médico que cuidava dela iria arrumar mais tarde. Então ela me perguntou sobre o nosso filho, como ele estava e eu respondi que estava bem, que só havia quebrado a perna, mas que ia ficar bem. Ela me perguntou com um tom de zombaria: você não vai mais trocar de roupa não? Só então eu percebi que usava a mesma roupa do acidente e respondi: ah, você sabe que eu gosto desta roupa. Ela me perguntou se na hora do acidente eu estava correndo e eu respondi que não; que estava parado no sinal, aguardando para cruzar a pista quando o outro carro nos atingiu. Ela disse que acreditava em mim e que agora ela tinha que ir e eu tentei impedir. Neste momento eu percebi que não conseguia me mexer; tentei falar e não conseguia; fiquei ali, parado sem poder fazer nada vendo a mulher que amava indo embora e com a sensação de que ainda havia muita coisa a dizer. Alguns dias depois, ainda no hospital com o meu filho, sem ter muita coisa pra fazer pra passar o tempo, pedi a assistente social do hospital pra conseguir alguns livros, pois eu sou um ávido leitor e ela me emprestou um livro espírita chamado “Janela da Alma” que conta uma história sobre almas de pessoas que morrem e que quando chegam do “outro lado”, ou por motivo de não aceitarem a sua nova condição (morto) ou sua morte ter sido violenta e por falta de experiências “extra corpóreas”, acreditavam que os ferimentos do seu corpo físico se manifestam também no mundo espiritual, necessitando assim de uma espécie de tratamento “médico”, onde os espíritos mais experientes ajudavam a passar por esta transição. Depois de ler este livro, eu aceitei melhor a morte da minha esposa, apesar de não ser espírita, o sonho que tive e a estória deste livro me deu um conforto que eu não conseguia explicar.
II
Quando meu filho teve alta voltamos pra casa e ele estava engessado da cintura pra baixo em ambas as pernas e dependia o tempo todo de mim; então ele dormia no meu quarto e ficávamos assistindo desenhos até a madrugada. Uma noite, já por voltas das 3 da manhã, falei com meu filho que iria dormir, mas ele podia ficar acordado mais um pouco assistindo TV e qualquer coisa que ele quisesse era só me chamar. Então sonhei novamente um sonho entranho: Sonhei que dentro do quarto havia uma criança, uma menina, andando em um velotrol de um lado para o outro do quarto, ela ia até a extremidade do quarto e voltava, passando pelo lado da cama, o tempo todo olhando para o meu rosto e embora eu a visse nitidamente, não conseguia distinguir o rosto dela. Sabe aquela sensação de não saber se está sonhando ou acordado? Pois é, foi assim que me senti naquela hora. Eu tentei de tudo: falar me mexer e por mais esforço que fizesse, não conseguia esboçar a menor reação. Então, fazendo um esforço que me pareceu sobre-humano, eu consegui falar: filho, me acorde. Então eu senti meu filho me balançar e ouvi ele me chamar, então eu acordei e pra disfarçar o medo e o nervosismo eu falei para meu filho: que foi filho, eu to cansado. Meu filho me respondeu: papai, eu vi uma sombra passando aqui no quarto. Eu respondi: como assim, uma sombra? Ele me explicou que ficava passando pela cama de um lado para o outro assim como a criança que eu vi no meu sonho. Não preciso nem dizer que perdi o sono e passei o resto da noite acordado vendo desenhos com o meu filho.
III
Depois de algum tempo, resolvi voltar pra minha casa em que eu morei com minha esposa depois que casamos. A casa precisava de algumas reformas e eu comecei a obra com meu irmão e dois amigos. Durante a semana nos trabalhávamos na reforma e o fim de semana saiamos, pois afinal de contas eu precisava de uma pessoa pra me ajudar na criação do meu filho, e ele sempre me cobrava que eu arranjasse outra mãe pra ele. Eu tinha voltado a namorar uma antiga namorada e certa noite combinamos de sair. Fomos a uma discoteca com alguns amigos e depois eu a convidei pra terminar a noite na minha casa. Ela aceitou e depois de nos despedirmos de todos fomos até a minha casa. No momento em que ela pôs o pé dentro de casa, aconteceu algo absurdo: o meu som que por causa da bagunça da reforma estava na cozinha ligou no volume máximo. Imaginem o susto que levamos. Desconfiado eu fui até o radio e o desliguei. No quarto, na hora em que ela sentou-se na cama, outra coisa inusitada aconteceu: a exemplo do radio, a TV resolveu ligar sozinha também, e com um sorriso meio sem graça, eu a desliguei. Pouco depois, quando já estávamos mais “à vontade”, a TV novamente ligou em seu volume máximo. Eu desliguei com o controle remoto e puxei o plugue da tomada enquanto falava com a garota “se essa porcaria ligar de novo não repara não, mas vou sair correndo”. Que cada um tire suas próprias conclusões, pois eu depois de muito pensar sobre isso, já tenho a minha teoria e passado três anos do acontecido, não houve mais nada de estranho.
Lágrimas de Sangue ...
Não demorou nada ela saiu o vigia estranhou já que ela costumava ir e ficar metade do dia lá então ele perguntou a ela “mas já?” ela respondeu a ele “hoje vou mais cedo alguém lá dentro me falou que o motivo da minha angustia é o qual vou fazer um passeio onde vou chorar lagrimas de sangue e do qual na próxima vez que eu vier aqui eu estarei com os olhos fechados” ela foi embora e o vigia sem entender nada apenas achou que ela era louca, porem no dia seguinte ela não apareceu para sua visita e tinham avisado a ele que uma garota que foi assassinada a sangue frio cujos olhos haviam sido furados estava sendo velada no necrotério da cidade e seu corpo seria enterrado ali. No momento passou pela sua cabeça que poderia ser a tal menina, para matar sua curiosidade ele foi ate o necrotério e quando viu o corpo e constatou que era a menina ficou surpreso.
Passou alguns dias o vigia viu alguém dentro do cemitério, mas como? se ele não viu ninguém entrar então ele escutou uma voz conhecida era a voz da menina assustado ele saiu dali e foi para seu posto e falou para si mesmo que eram coisas da sua cabeça. Um dia desses algumas amigas foram visitar o tumulo dessa garota e levar rosas, elas entraram colocaram as rosas em seu tumulo e notaram algo de estranho voltaram a portaria e perguntaram se mais alguém havia ido ao cemitério visitar o tumulo dela ele respondeu que não, pois depois que ela morreu era difícil ele ver alguma pessoa lá, pois era ela que ia lá todo dia. No dia seguinte bem no finzinho da tarde antes do cemitério fechar uma das amigas da garota foi novamente visitar seu tumulo mais logo que ela entrou o vigia ouviu um grito e viu essa menina sair correndo e parou a no meio do caminho e perguntou a ela o que havia acontecido ela respondeu que viu sua amiga (a garota) com os olhos perfeitamente abertos sem nenhum machucado porem escorrendo sangue como se ela estivesse chorando lagrimas de sangue. O vigia não acreditou muito mais no dia seguinte foi ao tumulo da garota ver como estava depois das visitas e encontrou as rosas que as amigas tinham levado há três dias atrás em perfeito estado, mas com todos os espinhos manchados de sangue como se alguém os tivesse acabado de pegar e no tumulo gravado “por favor, não tenha medo dessa alma que é triste e amaldiçoada”, o vigia não sabia como a escrita apareceu no tumulo, mas quando ele acabou de ler e olhou para cima ele viu a garota trajando luto como de costume chorando lagrimas de sangue, ele saiu correndo e assustado saiu do emprego e dizem que desse dia em diante quando o dia se torna noite vê-se a garota saindo do cemitério com rosas nas mãos escorrendo sangue e chorando lagrimas de sangue e o novo vigia do cemitério conta que às vezes vê uma menina de preto andando pelo cemitério e que todos os dias o dia todo ele a ouve conversar e que quando vai algum parente ou amigo visitá-la sai de lá afirmando que a viu chorando lagrimas de Sangue e a amiga que a viu primeiro perdeu o medo e agora com o mesmo costume da garota morta vai todos os dias ao cemitério visitar seu tumulo e conta que uma das coisas que a garota conta é que sua triste alma só ira descansar quando souber quem foi que furou seus olhos e depois tirou sua sombria vida.
Muito Sinistro ...
Não sei se alguém tem conhecimento disso, mas nos navegadores Mozilla Firefox, Netscape e Seamonkey descobri que se você digitar na barra de endereços "about:mozilla" a tela fica vermelha e com um pequeno texto como se fosse uma passagem da Bíblia. Mas na verdade é uma passagem do "Livro de Mozilla (??)". Quando digitei aqui no meu firefox apareceu o seguinte texto: Mamon adormeceu. E o renascimento da criatura disseminou-se pela terra e seus seguidores tornaram-se exércitos. E eles apregoaram a mensagem e sacrificaram lavouras com fogo, com a astúcia das raposas. E eles criaram um novo mundo à sua imagem e semelhança conforme prometido pelo texto sagrado e contaram da criatura para suas crianças. Mamon despertou e, veja só, nada mais era do que um discípulo. De O Livro de Mozilla, 11:9 (10ª edição) Em outras edições do mozilla também aparece essa mensagem: Por fim, a criatura sucumbiu e os infiéis regozijaram-se. Porém nem tudo fora destruído, pois das cinzas ergueu-se um imponente pássaro. O pássaro mirou os infiéis e lançou sobre eles o fogo e o trovão. A criatura renascera com forças renovadas e os discípulos de Mamon encolheram-se horrorizados. de O Livro de Mozilla, 7:15 Pelo que pesquisei, o Livro de Mozilla seria apenas um easter egg dos navegadores... Mas é uma brincadeira no mínimo estranha,não é? Estariam os navegadores escondendo alguma profecia? Teriam eles algum pacto? Será que existe realmente o Livro de Mozilla? Testem aí e vejam o que aparece. Vi isso há bastante tempo, parece ser uma sátira ao domínio da Microsoft e a suposta "virada" do Firefox. "E o renascimento da criatura disseminou-se pela terra e seus seguidores tornaram-se exércitos. E eles apregoaram a mensagem e sacrificaram lavouras com fogo, com a astúcia das raposas." Firefox = raposa de fogo. Bastante fogo e raposa aí, né? "Porém nem tudo fora destruído, pois das cinzas ergueu-se um imponente pássaro. O pássaro mirou os infiéis e lançou sobre eles o fogo e o trovão" . Thunderbird? (outro produto da Mozilla) E o Mamon aí eu li que talvez seja a Microsoft em si. Não sei se era a intenção deles mesmo, só li em algum lugar que não lembro onde foi. Sei lá galera, isso pode ser uma brincadeira ou pode haver alguma coisa mística aí mesmo.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Um canal de notícias chileno mostrou imagens de um trágico acidente de carro ocorrido na Estrada A-16, conhecida como "A Estrada Maldita" pelos habitantes locais. As fotos do acidente mostram algo peculiar.
Em uma das imagens, o fotógrafo afirma ter capturado a imagem de um dos falecidos. Amigos do morto concordam com a suposição do fotógrafo, informando que a aparição translúcida parece estar vestindo o mesmo tipo de roupa que o amigo morto usava.
Fantasma? Imagem desfocada? Fraude?
Abaixo um breve resumo do vídeo:
Locutor: "O que se segue é uma daquelas histórias que podem se transformar em uma lenda. Um carabineiro (policial militar) tem certeza de que fotografou o espírito de um homem que morreu poucos minutos antes em um acidente de automóvel. "
Reporter:" Imagens de um espírito observando seu próprio cadáver. Simplesmente arrepiante. Isto é o que podemos ver nesta fotografia no círculo em vermelho.
Fotografado em 19 de julho de 2008 por um carabineiro a apenas 20 minutos, após um acidente na Estrada A-16, conhecida pelos chilenos como "A Estrada Maldita".
No acidente morreram, Fernando Guerrero Tapia 50 anos de idade e Alberto Galligillos Morardes, 43. Estas são as imagens do acidente fatal.
O Espírito seria de Fernando Guerrero Tapia. De acordo com os seus amigos, a silhueta translúcida parece usar a mesma roupa que Fernando Tapia usava quando morreu. "
Na pequena cidade em que moro existe uma lenda que é contada de pai para filho desde muito tempo atrás, na época da fundação do vilarejo.
Meu bisavô, enquanto vivo, contou esta história para mim e meus primos em sua casa numa noite de chuva
A divisão das terras locais era feita por intermédio de cercas (método até hoje utilizado). Um dos descendentes dos três irmãos que fundaram a vila e dono da maioria das terras locais era um homem muito bruto e perigoso. Ele gostava de perseguir os viajantes incautos que invadiam suas terras sem querer.
Muitos homens foram mordidos pelos seus cães, ou perseguidos por ele e seus lacaios armados até os dentes e rindo debochados pela cara de medo dos coitados.
Meu bisavô contou que uma certa vez, um rapaz estranho vinha de passagem pelos arredores da cidade. O jovem entrou despropositadamente no território do fazendeiro, que logo que soube da situação pela boca de um de seus trabalhadores, desatou à cavalo em busca de divertir-se às custas da desgraça dos outros.
Os cães logo encontraram o rapaz, que descansava embaixo de uma árvore frondosa na margem da cerca de arame farpado que separava a estrada de barro que levava até a cidade da propriedade do homem.
O homem chamou a atenção do rapaz e disse que ele iria pagar o preço de ter invadido sua propriedade. Ele soltou os cães sobre o jovem que gritava enquanto tentava escapar dos ferozes animais. O homem observava alegre ao jovem sendo dilacerado pelos cães.
Nos últimos momentos ele chamou os cães e foi escarnecer o moço que se encontrava caído e empoçado pelo próprio sangue. O rapaz tinha em todas as suas partes as marcas dos dentes do animais. Ao perder as forças o morimbundo rogou uma maldição sobre o homem, dizendo que ele pagaria pelo resto da eternidade o que havia feito com ele e com os outros viajantes. Logo após ele morreu e foi deixado lá para apodrecer pelo maldoso homem que saiu dali perseguido por um medo incessante.
Meses depois, o homem foi realizar mais uma maldade com outro viajante. Mas desta vez ele não voltou. Os seus empregados encontraram seu corpo pendurado pelo pescoço na mesma árvore em que havia matado o peregrino da última vez. Nenhum de seus cães foram avistados nunca mais. E ninguém teve coragem de retirá-lo dali, pois seus olhos estavam arregalados e cheios de sangue, o que os fazia ficar vermelhos. Deixaram o corpo para a polícia retirar e averiguar.
Naquela época isso demorava muito e apenas no outro dia a polícia chegou ao local. Mas o corpo do homem agora estava no chão e sem a cabeça. Ninguém jamais soube explicar quem havia feito aquilo, pois ninguém teria coragem de ir até aquelas brenhas na escuridão da noite. A cabeça do homem foi encontrada dias depois boiando na enorme lagoa que dá nome à cidade.
Hoje as pessoas têm medo de passar naquele trecho da estrada, que agora é de asfalto, mas ainda passa do lado da árvore citada na história. Vários relatos afirmam ter visto um homem pendurado na antiga árvore, ou um homem todo ensanguentado sentado à beira da estrada, ou ainda latidos fortes nas noites mais frias.
Esta é uma das lendas urbanas mais conhecidas de minha cidade. As pessoas acreditam realmente que existe algo de sobrenatural naquele lugar e evitam passar por lá de madrugada.
Um fenômeno fantástico e uma história rica em detalhes. Acreditem se quiser, mas cada palavra aqui escrita foi retirada das histórias relatadas pelos moradores da região. E pasmem, o homem que morreu degolado era sobrinho do meu bisavô e dizem que a marca da maldição perdura até hoje no ventre de minha família. Será?
Para quem não conhece a história de Bloody Marry a teoria é a seguinte . Era uma jovem que foi assassinada por seu noivo . Mas o caso é que ela morreu em frente a um espelho e desde então seu espírito ficou preso ao espelho. Há quem possa nos afirmar que se você invocar “Bloody Marry” diante do espelho por três vezes a luz de velas . Marry aparece e mata quem a invocou da mesma maneira que foi morta por seu noivo .
A única maneira de pará-la é mostrar seu próprio rosto de refletido em um segundo espelho dai ela começa a sangrar até sumir e não aparecer mais .
Para quem não conhece o Wendigo, é uma espécie de Pé- Grande que gosta de se alimentar de seres humanos , mas o grande problema é que ele é insaciável e quanto mais se alimenta mais fome ele tem .Wendigo é uma lendária criatura canibal e que segundo a série, acorda a cada 23 anos para estocar carne humana e volta a hibernar. Ele pode ser morto com uma espécie de sinalizador de fogo derretendo assim seu “coração de gelo” . Eu particularmente , matei um assim .
A Mulher de Branco Para quem não conhece não conhece a teoria é a seguinte : Uma mulher chamada Kathie descobre que seu marido estava tendo um caso com outra moça , ela decepicionada começa a agir de maneira estranha . Ela fica brava com os filhos que brincando , se recusaram a ir tomar banho , os colocou numa banheira no meio da sala e saiu por alguns minutos, quando retornou eles não respiravam mais . Quando se deu conta que havia os matado saiu de casa rapidamente e em disparada, mais precisamente no km 33 da Rodovia Sylvania . Há quem diga que ela ainda anda peranbulando por ali e faz vítimas . Suas vítimas geralmente são homens que foram infieis a suas esposas ; Ela os mata e some com seus corpos .
A única maneira de enterceder por suas ações violentas é levá-la a sua antiga casa , onde ela encontra suas falecidos filhos e ambos somem numa grande poça d'água no meio da sala . Mas infelizmente nenhuma vítima jamais conseguiu pará-la .

